Bem-vindo ao território Kalunga! São 33 alqueires de cerrado
Cavalcante tem dezenas de cachoeiras, de todos os tamanhos e graus de dificuldade para chegar até elas. Recomendamos começar a visita pelo território Kalunga. Para chegar no Engenho 2, quilombola criado no governo Lula, são mais ou menos 25 km de estrada de terra, saindo de Cavalcante. Alguns trechos tem riachos com água que chega até a metade dos pneus do carro.
Trechos com água e terreno arenoso dificultam a passagem
A primeira razão pra começar a tour Cavalcante pelos Kalunga é que as cachoeiras por lá são lindas. Segundo porque é uma experiência muito rica conhecer a comunidade dos descendentes de quilombo que habitam esse cerradão. Terceiro porque eles oferecem comida goiana caseira que é uma delícia. Imagine a sua fome depois de passar o dia caminhando e nadando...
Para entrar, pagamos uma taxa de R$ 10,00, que vai para a associação dos Kalunga. Além disso, um guia precisa acompanhar quem chega. Vai aí mais R$ 60,00 pro grupo. Do posto Kalunga até o ponto onde deixamos o carro são mais uns 5 km de terra, água e pedregulhos.
Antes de sair de Cavalcante, você pode buscar um guia no CAT ou pedir para a sua pousada localizar um. Se levantar tarde e não conseguir guia na cidade, pode arriscar a chegar nos Kalunga sem guia, e pedir na entrada que alguém da comunidade encontre um guia pra você. Mas a dica é CHEGAR CEDO! Pela posição das cachoeiras, o sol não bate na água depois das 15h e aí fica bem frio pra mergulhar!
Antes de sair de Cavalcante, você pode buscar um guia no CAT ou pedir para a sua pousada localizar um. Se levantar tarde e não conseguir guia na cidade, pode arriscar a chegar nos Kalunga sem guia, e pedir na entrada que alguém da comunidade encontre um guia pra você. Mas a dica é CHEGAR CEDO! Pela posição das cachoeiras, o sol não bate na água depois das 15h e aí fica bem frio pra mergulhar!
Nossa guia, a Maria, é responsável pela festa da comunidade no dia 13 de junho - Dia de Santo Antônio
Nós tivemos a sorte de sermos guiados pela Maria, uma Kalunga muito simpática e doce. Pequena, magrinha, mas que carregava sem reclamar uma mochila enorme, cheia de apetrechos para primeiros-socorros e material de resgate. Maria pisava leve pela trilha. Era um caminhar firme e sutil, que fazia a gente ficar com vergonha de reclamar do cansaço.
Para chegar na cachoeira de Candarú, foram 4km de decida bem inclinada, mata a dentro. Quando chegamos lá em baixo, nossas pernas tremiam pelo esforço de descer. Imaginamos como seria a volta. Mais 4km de subida absurda. Mas quando enxergamos a cachoeira, esquecemos de tudo.
A Maria também entrou na água, mas aconselhou a gente a permanecer na piscina de baixo. A cachoeira tem dois poços, mas o de cima tem uma correnteza muito forte, e é bem mais fundo. A correnteza aponta pra uma queda d`água que vai dar na piscina de baixo. Achamos melhor não nos arriscar.
Para a caminhada, leve água e alguns petiscos. Muito importante: não deixe lixo pra trás! Guarde na mochila as garrafas e restos de comida. Aqui não é clube, não é resort. Não tem ninguém pra limpar a sua sujeira. Seja grato pela benção de visitar um lugar tão lindo e colabore para preservar.
Para chegar na cachoeira de Candarú, foram 4km de decida bem inclinada, mata a dentro. Quando chegamos lá em baixo, nossas pernas tremiam pelo esforço de descer. Imaginamos como seria a volta. Mais 4km de subida absurda. Mas quando enxergamos a cachoeira, esquecemos de tudo.
Candarú tem dois poços pra nadar
Vida na floresta: abelhas atacaram a sandália. Mas não picam
Para a caminhada, leve água e alguns petiscos. Muito importante: não deixe lixo pra trás! Guarde na mochila as garrafas e restos de comida. Aqui não é clube, não é resort. Não tem ninguém pra limpar a sua sujeira. Seja grato pela benção de visitar um lugar tão lindo e colabore para preservar.
Deixe para trás apenas pegadas



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