Sem a revolução socio-tecnológica-cultural, como poderíamos comprar massa italiana produzida em Monopoli e vendida em Pirenópolis? Voilá, salve a globalização. E a boa cozinha continental.
Minimalismo: semola di grano duro, acqua e spinaci disidratati
Passeando pela Rua Direita, adorável ruazinha salpicada de lojinhas, encontrei essa delicia d´além mar. Pá, mas não era um pastel de belém, não. Era um pacote (vários) de massa italiana. Tentador para quem adora cozinhar. O italiano que nos vendeu é dos donos do Armazém da Rua Direita, (www.armazemdarua.com.br). Ele me explicou direitinho como cozinhar a massa, com aqueles detalhes que fazem toda a diferença. Nesse final de semana, fizemos o teste.
Massa colorida: espinafre desidratado para colorir e dar sabor
O receio era que a massa fosse daquelas que não dá ponto. Fica muito mole ou meio crua. Que nada! A textura da Caroli é perfeita. Não leva ovo na composição, então tá liberada para os vegetarianos mais radicais. Além disso, é muito saborosa e se sobrar, dá pra requentar e ainda mantém a consistência ao ponto.
Na primeira experiência, preparamos a massa com tomates italianos frescos. Ficou muito bom. E depois, usamos pesto de baru, que também ficou uma delícia. Aprovadíssimo. O tempo de cozimento da massa é de mais ou menos 15 minutos.
Dica: não coloque azeita na água pra cozinhar a massa. Aliás, esse dica vale para o preparo de qualquer macarrão. Use apenas sal.
As massas Caroli estão a venda no Armazén da Rua Direita, mas podem ser encontradas em outros locais, já que são importadas via São Paulo.
Dica: não coloque azeita na água pra cozinhar a massa. Aliás, esse dica vale para o preparo de qualquer macarrão. Use apenas sal.
As massas Caroli estão a venda no Armazén da Rua Direita, mas podem ser encontradas em outros locais, já que são importadas via São Paulo.
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