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terça-feira, 8 de maio de 2012

Sorveteria reformada: mais espaço e muitos sabores na Sorbet

Sorvete é quase uma unanimidade. Especialmente quando se vive em um clima de cerradão, como é o caso da capital federal.

A temperatura sobe e bate aquela vontade de tomar um gelado. Mas em geral os sorvetes industrializados, desses que se encontra em supermercados, são tudo menos sorvete. São na verdade uma substância gelada composta por um monte de aditivos, conservantes, gorduras e corantes.

Como a equipe do Conversa na Mesa adora ler as embalagens -mesmo aquelas escritas com letras menores do que as de bula de remédio - consumir sorvetes artesanais faz toda a diferença. Algumas sorveterias da cidades se estabeleceram nesse nicho de sorvetes "caseiros". É o caso da Sorbet, sorveteria de Brasília, com lojas na asa sul e norte, que usa ingredientes naturais e tem sabores do cerrado. Exóticos como baru, tapioca e jabuticaba.

A novidade é que a Sorbet que fica na asa norte está maior, mais acolhedora. Cresceu e ganhou uma máquina de espresso, pra quem gosta de café até depois de uma sobremesa gelada.

Sorbet de cara nova: mais espaço e muitos sabores


Na última vez que estivemos por lá, pedi uma bola de sorvete de capim santo. Uma delícia!

Eu bem que tentei, mas estava tão bom que não sobrou pra foto.

A Sorbet fica numa esquina bem verde, cheia de árvores e arbustos, na 405 norte, ao lado do restaurante Naturetto. Tem uns banquinhos convidativos e mesinhas de madeira em um gramado externo. A marca garante que as receitas são feitas com o menor grau de conservantes e aditivos possível.

Pesquisei os picolés Sorbet, vendidos em alguns pontos da cidade como se fossem aquelas da Kibon. A composição de alguns não fica muito diferente das que encontramos nos picolés convencionais.

O ambiente da Sorbet combina com a proposta de sorvetes artesanais

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