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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Delivery de comida saudável

 Faltou tempo pra almoçar e agora só resta pedir um delivery. Em geral, a primeira opção da maioria é ligar pra algum fast-food. Mas a comodidade da entrega de comida também existe nos restaurantes que oferecem cardápios mais saudáveis. Em Brasília, há várias opções. Fizemos uma lista pra você escolher:
Pizza de agrião com queijo gorgonzola e pêras: saúde no delivery
  • Peixe da Rede
As mil e uma maneiras de se preparar a tilápia estão aqui. Pratos executivos com preços acessíveis (de R$ 20 a 30). Os acompanhamentos incluem legumes na manteiga e um purê de banana com gengibre que é incrível. Recomendamos o quibe de tilápia. Uma delícia.

  • Flor de Lótus
Um dos melhores temperos da comida natural e vegetariana. Servem peixe, pra quem não abre mão de proteína animal. O cardápio é o buffet do dia. Destaque para a anchova grelhada com molho shoyo e as tortas de bacalhau, berinjela ou abobrinha.

  • Zimbrus
Embora o delivery tenha a fama de ser demorado, se você der sorte não vai esperar tanto. As opções aqui são de sanduíches, saladas e o forte da casa: açaí.

  • Santa Pizza

Pizza é sim um prato saudável, se for preparado com ingredientes de qualidade e de baixo valor calórico. Claro que uma pizza de calabresa será pesada, calórica e gordurosa. Mas troque o embutido por uma pasta de berinjela ou o clássico rúcula com mussarela de búfula e aí a escolha fica leve e nutritiva. Só não vale comer a pizza inteira!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Reclamar ou agradecer?

Mesa posta!

Amanhã é dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Também comemorada no Canadá, a tradição norte-americana - ao contrário de outras bem menos louváveis - não pegou aqui no Brasil. A ideia é celebrar a fartura, a prosperidade, ao lado da família e dos amigos. É um momento de expressar a gratidão e compartilhar com os mais queridos a graça de estar vivo.

Eu sempre tive simpatia pela data, porque acho que a gente passa mais tempo reclamando do que agradecendo. E muitos de nós, se pararmos pra pensar, têm mais para comemorar do que reclamar.

Então o post de hoje é uma homenagem ao Dia de Ação de Graças e também uma singela homenagem à uma querida amiga, que nos mandou fotos de um almoço em família em um dia em que ela pensava muito sobre o amor. O amor é abundante mesmo. Se a gente joga pro universo, pode até não voltar do jeito que a gente queria, pelas "mãos daquela pessoa especial". Mas o amor volta, um dia volta. Emana, expande e agrega.

Afinal, são as coisas simples, como sentar à mesa com quem amamos, é que fazem a vida realmente feliz.

FELIZ AÇÃO DE GRAÇAS!!


Que me perdoem os grandes chefs, mas tem coisa melhor do que comida caseira?


E essas são as duas lindas, Fernanda e sua Mamis, que preparam o cardápio:


Salada verde. Tomates servidos com fatias de queijo branco e manjericão.
Arroz, feijão, batatas fatiadas e assadas entre queijo e presunto, filé assado ao molho de tomates.
Vinho espanhol reserva de 2004. Sobremesa: surpresa de goiabada 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O veneno está na mesa, você não vê?

Uma singela plantação de hortelãs -sem agrotóxico
O post de hoje, leitor, não é pra despertar o seu apetite. É pra te tirar a vontade de comer. Isso aí! Pense, pesquise. Reflita. Será que é esse o cardápio que queremos para a mesa dos nossos filhos?

O Brasill é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Porém não produzimos esses agrotóxicos, preferimos importá-los das grandes transnacionais. As mesmas que nos abastecem de sementes transgênicas "terminator", que não servem para gerar novas mudas. Essas mesmas multinacionais têm braços produtores aqui no país. Produzem soja, milho e etc, e depois vendem no mercado de commodities. O lucro vai todo para as matrizes no 1o. mundo. Quase não fica nada por aqui. Riqueza que poderia, por exemplo, ser investida nas estradas que transportam os ricos commodities dos gringos.

Deixo aqui as palavras de um professor universitário sobre um modelo de produção agroecológico, alternativo ao uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos, tão cultuados por quem se esconde sob o conceito de "revolução verde".

Alternativa agroecológica contra os agrotóxicos e transgênicos

O modelo desse tipo de agricultura é um caminho para uma alimentação saudável, diz o docente da UnB Fernando Ferreira Carneiro

Por: Thamiris Magalhães

Em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line, o pesquisador alerta que desde os últimos três anos o Brasil já é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, “em função de todo esse modelo que privilegiou a grande propriedade, a monocultura para exportação”. Além disso, Fernando Carneiro diz que as notificações por agrotóxicos no Brasil não refletem a realidade da população. “O sistema ainda é muito precário de notificações, pouco utilizado; os médicos, em sua maioria, não têm inclusive formação adequada para identificar os casos. Existe até medo de se notificar uma intoxicação por agrotóxicos”. Ele diz que “segundo a própria Organização Mundial da Saúde - OMS, os estudos feitos em outros países indicam que, geralmente, a cada uma notificação, têm 50 outras que não o foram, em função de todas essas dificuldades”. E afirma: “Não temos ideia do real grau de impacto na saúde da população de trabalhadores com relação ao uso de agrotóxicos no Brasil”.
Fernando Ferreira Carneiro possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, especialização em Vigilância em Saúde Ambiental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, mestrado em Ciências da Saúde, pelo Instituto Nacional de Salud Pública de México e doutorado em Ciência Animal, pela UFMG. Possui experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em vigilância em saúde ambiental e saúde no campo, atuando principalmente junto aos movimentos sociais na luta por melhores condições de saúde e ambiente. Foi consultor do Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Saúde e servidor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Atuou como coordenador geral de vigilância em saúde ambiental do Ministério da Saúde. Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasília - UnB. É pesquisador no Núcleo de Estudos de Saúde Pública da UnB e participante da Unidade de Pesquisa de Saúde, Trabalho, Ambiente e Desenvolvimento. É membro do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva e do Programa de Ciências da Saúde da UnB. Faz parte do GT de Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - Abrasco e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental.
Confira a entrevista.

IHU On-Line – A que atribui o crescente uso de agrotóxicos no Brasil?
Fernando Ferreira Carneiro – É uma questão histórica, ligada à opção que o Brasil fez quanto a seu modelo de desenvolvimento para o campo. Há mais de 30 ou 40 anos, quando se inicia o que foi denominado “revolução verde”, principalmente na época da ditadura, o Brasil decidiu modernizar o campo sem fazer reforma agrária. Essa estratégia foi denominada como a modernização conservadora da agricultura. Então, tiveram vários planos de desenvolvimento, conduzidos pelo governo, de acertar créditos baratos, em que obrigava o agricultor a comprar um pacote tecnológico para receber esse crédito, e o pacote colhia os agrotóxicos. Então, ao longo de décadas, foi se mudando a cultura, muitas vezes ancestral, em que camponeses também utilizavam outras soluções, a própria biodiversidade, para eliminar ou reduzir o risco de pragas. E esses agricultores foram entrando num ciclo vicioso de dependência com os agrotóxicos. Desde os últimos três anos, o Brasil já é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, em função de todo esse modelo que privilegiou a grande propriedade, a monocultura para exportação. Esses sistemas são muito instáveis, porque tentemos imaginar grandes extensões de terra com uma só espécie. Então, eles exigem grande aplicação de agrotóxico, muito uso de água etc., e o que acontece é que isso está resultando em uma contaminação não só dos alimentos, mas também dos trabalhadores que atuam nessas áreas, nas comunidades que vivem próximo, já que 30% da aplicação de agrotóxicos no Brasil são por aeronaves.
Enfim, estamos hoje nessa situação por causa de uma política de Estado comprometida com interesses do grande capital, principalmente do capital internacional, e com a adoção dos transgênicos. E isso tem se intensificado, uma vez que os transgênicos disponibilizados no mercado são justamente para garantir ainda maior uso de agrotóxicos, porque os transgênicos são resistentes ao próprio agrotóxico que é vendido no pacote. Além disso, a economia brasileira está atualmente se reprimarizando. O que significa isso? O Brasil atualmente é a sétima economia mundial, mas baseada em exportação de commodities agrícolas e minerais. Então, mais de 50% de nossa pauta exportadora são de produtos primários. Estamos voltando a ser o que éramos há 30, 40, 50 anos. E isso tem impacto na saúde das pessoas e no ecossistema, na medida em que esse caminho adotado pelo Brasil não é um caminho, por exemplo, da agroecologia, dessa grande agricultura que tem ficado mecanizada para a exportação. Nós estamos nos transformando no maior produtor de alimentos do mundo, mas a um custo social e ambiental muito alto. E isso é uma questão muito importante, porque o mundo todo está de olho no Brasil, porque nosso país está virando um grande exportador de produtos primários. Eles são manufaturados e industrializados nos grandes países, e voltam mais caros para nós. Estamos vivendo quase o mesmo dilema dos tempos de Colônia.

IHU On-Line – Qual o impacto dos agrotóxicos na agricultura? É possível uma agricultura sem o uso de agrotóxico? Qual seria a alternativa?
Fernando Ferreira Carneiro – A agricultura tem mais de dez mil anos; a implantação dos agrotóxicos existe desde os últimos 1960. Possível é. A própria história da humanidade mostra isso. O que a gente tem observado também é que se critica muito que a agricultura agroecológica não teria a capacidade de escala para abastecer os mercados. Mas se analisarmos informações do censo agropecuário do IBGE, por exemplo, iremos perceber, e isso está comprovado, que quem garante o alimento para a população brasileira é justamente a agricultura familiar, que se baseiam em pequenas propriedades e que está em torno de 60%. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea mostram que praticamente 87% da mandioca vêm da agricultura familiar; 70% do feijão; 46% do milho consumido no Brasil; 58% do leite e 59% dos suínos. Agora, quando falamos de soja a situação é diferente. 84% dela são de agricultura não familiar. 79% do trigo são não familiares. Além disso, 84% dessa soja não servem para alimentar nosso povo; estão alimentando os bois nos EUA, na Europa ou na China. Então, o que os censos do IBGE têm nos mostrado é que existe uma possibilidade real dessa agricultura familiar, agroecológica, de alimentar a nossa população. Para a conversão do modelo da revolução verde houve muito subsídio governamental, o que a gente não vê hoje. No Ministério do Desenvolvimento Agrário não existe um programa de incentivo à agroecologia. Então, percebemos que existe uma ausência de políticas, o que eu chamaria de “políticas de estado inteligentes”, porque a tendência hoje no mundo é olhar para ver a diversidade; cuidar para que os fatores de risco associados às mudanças climáticas sejam minimizados e o governo brasileiro não tem proposto políticas públicas e nem mostrado uma preocupação para fazer políticas que obstruam essa tendência quase que destrutiva da agricultura de grande escala.



http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4137&secao=377

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Música boa combina com o quê?

Não sei o que vem primeiro: um bom prato pede uma boa música, ou uma boa música abre o apetite para incursões gastronômicas...

Enquanto o dilema não se resolve, deixo a dica de um show aqui em Brasília. O repertório combina com capirinha ou sangria.  E pra degustar, bolinho de peixe, já que Tulipa Ruiz nasceu em Santos, litoral paulista.

A cantora Tulipa Ruiz vai dar um show em Brasília nesta sexta-feira dia 18. A moça tem uma voz linda, repertório elaborado de música brasileira e um jeitinho meio lúdico de cantar. É talento novo, trazendo novos ares pra o cenário nacional.

A música "Efêmera" é um hit.
http://www.myspace.com/tuliparuiz
Vale conferir.

sábado, 12 de novembro de 2011

Vinho regional português -tradição e simplicidade

Um vinho suave, com taninos leves e frutado (com toques de framboesa). Não tem o corpo tão denso quanto se poderia desejar, mas cai muito bem com uma massa fresca. E o preço da garrafa é bem acessível, cerca de R$ 40.

Produzido na região do Alentejo, no Monte dos Perdigões. Para a mercado norte-americano, que adora desqualificar o modo caseiro e tradicional dos pequenos produtores, a produção do Alentejo é vista como resultado do trabalho de um monte de caipiras que fazem vinho por pura falta do que fazer.

Mas para quem aprecia o savoir faire construído pela tradição centenária dos colonos da região, a produção alentejana tem muito valor.  As castas utilizadas aqui são a Touriga Nacional, Trincadeira, Aragonês e Alicante Bouschet. Não é nenhum merlot, mas tem um terroir, digamos assim, singelo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Deixa que eu faço o cafezinho! Curso de barista



Os segredos para fazer drinks à base de café são revelados no curso de barista oferecido pela Escola de Gastronomia de Brasília. A parte teórica do curso é ministrada pelo italiano apaixonado pelo Brasil Antonello Monardo, que conta um pouco da história do café no Brasil, além de dicas sobre como escolher uma boa variedade do grão, tipos de torra e moagem.

Quem sabe você deixa de ser um apreciador e vira mestre em capuccinos?

QUANDO? 

Sexta, 18 de Novembro às 19:00 - 19 de Novembro às 17:00

ONDE?


PARLANDO ITALIANO – ESCOLA DE GASTRONOMIA DE BRASÍLIA
CLS 201 - Bloco B - Loja 9 - Asa Sul
Brasilia (Brasília, Brazil)
 
Mais informações no site do evento no Facebook:

sábado, 5 de novembro de 2011

Um pedaço de Paris

Torta Opera do Daniel Briand neste início de noite.

Um pedaço da França  no fim da primavera. Grandes prazeres contidos em um pequeno pedaço.

O Briand fica na 104 norte. Fechados às segundas.


Yes, nós temos

Você pode pensar o que quiser desta foto, caro leitor. Mas o que você não pode imaginar é o sabor dessa banana colhida numa chácara das redondezas. Do alto da sua pequenez orgânica, ela derrama aromas que passam longe dessas amostras branquelas de supermercado.

As frutas, verduras, legumes e mesmo os ovos orgânicos - ou caipiras - têm um sabor mais vivo.

Pra quem ainda não se pode dar ao luxo de ter um pomar no quintal, já existe delivery:

www.fazendamalunga.com.br


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Segurança alimentar é isso aí!

O que é segurança alimentar?  A pergunta em geral vem acompanhada de testa franzida e ar de desconfiança.

O conceito  de segurança alimentar surgiu logo após a 1a. Guerra Mundial. Depois da traumática experiência da guerra tornou-se claro que um país poderia dominar o outro controlando o fornecimento de alimentos. 

A ideia de que a questão alimentar está estritamente ligada à capacidade de produção manteve-se até a década de 70. Na 1a. Conferência Mundial de Segurança Alimentar, promovida pela FAO em 1974 em tempos de estoques mundiais de alimentos escassos, com quebras de safra em importantes países produtores, o conceito de Segurança Alimentar estava quase que exclusivamente ligada ao conceito de produção agrícola. 

Foi o que fortaleceu o argumento da indústria química na defesa da Revolução Verde. Procurava-se convencer a todos de que o flagelo da fome e da desnutrição no mundo desapareceria com o aumento significativo da produção agrícola, o que estaria assegurado com o emprego maciço de insumos químicos (fertilizantes e agrotóxicos). A produção mundial se recuperou -embora não da mesma forma como prometia a Revolução Verde- e nem por isto desapareceram os males da desnutrição e da fome, que continuaram atingindo tão gravemente parcela importante da população mundial.

Em linhas gerais, segurança alimentar refere-se à qualidade dos alimentos e sua sanidade. Ou seja, todos devem ter acesso a alimentos de boa qualidade nutricional e que sejam isentos de componentes químicos que possam prejudicar a saúde humana.

(O texto é uma adaptação da publicação apresentada durante uma das edições do FSM, de autoria de Renato S. Maluf e Francisco Menezes)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Espaguete ao sugo com manjericão fresco

No melhor estilo "menos é mais", esta receita é a essência de uma boa massa italiana. Um bom cozinheiro mostra o seu primor nas receitas mais delicadas e frugais.  E poucas combinações superam o binômio "sugo + manjericão". Acontece que para o molho ao sugo ficar saboroso, alguns segredos devem ser usados na "base" do tempero.

1. É fundamental refogar a cebola picada em cubinhos em um bom azeite. É nesse momento que começa a alquimia da cozinha. O segredo aqui é acrescentar cebolinha e salsinha frescas, picadinhas, pra serem refogadas depois que a cebola estiver ficando transparente.

2. O alho é uma delícia, mas se queimar estraga o prato. Por isso, deve ser o último a ser acrescentado nesta fase.

3. Um bom molho ao sugo, como revelou recentemente uma chef de cozinha de São Paulo que passou meses pesquisando a comida italiana in loco, tem que ter tomate pelatti pra engrossar. Neste caso aqui, o molho foi elaborado somente com o tomate pelatti.

4. Outro segredinho é acrescentar uma pequena quantidade de algum tempero picante pra sutilmente "esquentar" o molho. Pode ser páprica ou mesmo pimenta do reino fresca ralada.

5. Depois que o molho estiver pronto, bem cozido e encorpado, é hora de colocar as folhas de manjericão. Desligue o fogo pra fazer isso!  Reserve algumas folhinhas frescas pra enfeitar os pratos.

6. O queijo ralado é mais saboroso se for ralado na hora. Recomendo o francês gruyere ao invés do parmesão, só para variar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Tarde mediterranea

Para acompanhar uma massa ao sugo com manjericão fresco, que tal um vinho italiano?
O Corvo, um Rosso da Sicília, Safra 2008.



Esse vinho tem um bom preço nas importadoras (cerca de R$ 45) e apesar de não ser um dos grandes vinhos italianos, acompanha bem massas (sem carne) e outros pratos leves. Taninos leves e corpo discreto. Aromas apimentados e cítricos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Legumes para carnivoros

Amanhã é feriado. Feriado lembra preguiça, que vai muito bem com...churrasco. Quem mora em Brasília sabe como o pessoal do cerrado adora um churrasquinho. A sugestão do blog é incluir esta opção vegetariana no cardápio. É só lavar, cortar em tiras e salgar com sal grosso mesmo.


CONEXÃO BLOGOSFERA 2leep